Na aldeia de Espinho Branco a caminho do Tarrafal encontramos uma das mais antigas comunidades de Cabo Verde- a comunidade do povo Rabelado.
Aqui cerca de 300 pessoas vivem de acordo com a tradição trazida do continente africano nos primórdios da colonização.
É a fé que unifica esta comunidade com mais de 300 pessoas, que continua a viver na simplicidade das casas de sisal e madeira. Os funcos de palha- pequenas habitações semelhantes àquela em que teria vivido Jesus Cristo.
No centro da filosofia dos rabelados está a ideia de que o bem e a caridade terrestre nos conduzem no caminho para céu e que todos os seres, apesar da hierarquia na terra, são iguais perante Deus.
No centro da filosofia dos rabelados está a ideia de que o bem e a caridade terrestre nos conduzem no caminho para céu e que todos os seres, apesar da hierarquia na terra, são iguais perante Deus.
A comunidade é hoje liderada por Tchetcho, um jovem que sucedeu ao seu pai, Nhô Agostinho, o lider dos rabelados durante mais de 28 anos que faleceu nos finais do ano passado.
Quem visita hoje a aldeia de Espinho Branco descobre também uma outra atracção... um movimento artístico que nasceu no seio da comunidade, pela mão de um grupo de jovens.
O resultado está à vista, é reconhecido em Cabo Verde e já foi várias vezes exposto além fronteiras . Trabalhos coloridos para expressar temas do quotidiano, hábitos, culturas e manifestações de fé.
O mundo e a comunidade vistos pelos olhos de alguns jovens rabelados que encontraram na arte o caminho para a emancipação.
O resultado está à vista, é reconhecido em Cabo Verde e já foi várias vezes exposto além fronteiras . Trabalhos coloridos para expressar temas do quotidiano, hábitos, culturas e manifestações de fé.
O mundo e a comunidade vistos pelos olhos de alguns jovens rabelados que encontraram na arte o caminho para a emancipação.
1 comentário:
Excelente testemunho de uma cultura, no início do terceiro milénio.
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